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Viagem de ônibus com cachorro ou gato


Para que o passageiro possa viajar com o seu animal de estimação, em primeiro lugar deve procurar um dos postos da Delegacia Federal de Agricultura para que consiga a Guia de Trânsito Animal. No local será averiguada e checada a caderneta de vacinação do animal, para ver se está tudo em dia.

A Delegacia Federal de Agricultura fornece a Guia e o comprovante de vacinação dos veterinários credenciados pela delegacia. Os locais dos postos credenciados para vacinação são:

Méier: Rua Dias da Cruz, 470 - Tel.: 2289-8245
Copacabana: Rua Duvivier, 101 - Tel.: 2542-0298; e Rua Toneleiros 153, loja B - Tel.: 2549-4395/7397
Lagoa: Av. Borges de Medeiros 2448 tel 527-8090

Depois disso o passageiro deve ligar para o Serviço de Sanidade Animal, no telefone 2291-4141, ramal 1701 para ver se está tudo ok.

Então, deve se dirigir ao posto do DNER (na Rodoviária tem um posto 24 horas) para apresentar a documentação e poder viajar com o animal.

Atenção: O animal, de pequeno porte e inofensivo, deverá viajar no colo do passageiro, mesmo assim, dentro de uma caixa padrão, que deve ter 20 cm de largura, 25 cm de altura e 40 cm de comprimento. Se não estiver dentro deste padrão não poderá viajar. Ou seja, um pastor alemão não embarca.

Viagem de avião com cachorro ou gato


Requisitos e conforto


O transporte de animais deve ser reservado com antecedência junto à companhia aérea porque há um limite máximo de cargas vivas por voo. Cada empresa tem regras específicas, mas, de modo geral, são parecidas. Existe custo adicional para transporte do animal, normalmente calculado com base no peso do animal mais caixa de transporte e no preço cheio da passagem. Confira a necessidade de o animal usar focinheira nas dependências do aeroporto e durante o voo.

O que determina se o animal viajará na cabine, quando permitido, ou no compartimento de carga são as dimensões e o peso da caixa de transporte. Se este for o caso, não se preocupe: os compartimentos de carga modernos, assim como as cabines, são pressurizados e têm temperatura controlada, proporcionando relativo conforto ao animal. Ainda assim, algumas companhias aéreas não transportam animais de focinho curto (braquicefálicos), como o pug e o pitbull: estas raças lidam mal com variações grandes de temperatura, podendo sofrer graves danos. Esse tipo de animal pode passar mal devido a eventuais demoras no embarque, especialmente se o dia estiver muito frio ou quente.

A caixa de transporte, fornecido pelo cliente, deve cumprir alguns requisitos mínimos para garantir o conforto e a segurança do animal durante a viagem. Primeiro, suas dimensões devem permitir que o animal fique de pé e dê um giro de 360° – volta completa – ao redor de si mesmo. Deve ser de material rígido, suficientemente resistente para proteger o animal de impactos e para impedir a fuga deste. Os fechos devem evitar que o contêiner abra por acidente e as aberturas de ventilação devem garantir a segurança do operador que carregará a caixa, impedindo que o animal o ataque. O material do piso deve absorver ou conter fezes e urina, de modo que não vazem. Deve permitir vários embarques e ter identificação com nome, endereço e telefone do cliente remetente e do destinatário, caso haja.

Documentos e Legislação


São exigidos alguns documentos para garantir que será seguro para passageiros e animal que ele embarque. Todos eles devem ser emitidos por médico veterinário devidamente registrado no Conselho Regional de Medicina Veterinária da Unidade Federativa de origem do animal.

Guerreiros da Amazônia

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