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Quem conta a história de hoje é a, Antonia Gomes Silva, e o destino é Brasília

Minha infância foi boa, de brincar, correr, subir em árvore. Meu pai tinha uma propriedade que não era muito pequena, criávamos gado, tínhamos animais, uma vida de roça mesmo. Depois, aos 7 anos eu mudei pra cidade. E lá eu fui ficando, e fiquei até os 15 anos, que foi quando eu vim pra Brasília. Eu sou de uma família de 8 irmãos, 5 mulheres e 3 homens. Meus pais eram lavradores, da roça. Hoje já morreram dois, nós somos seis.

Com 15 anos, eu vim pra Brasília, que meu irmão mais velho já tinha vindo. Aqui em Brasília, na época, houve uma distribuição de residências, acho que queriam aumentar a população. Meu pai veio a passeio, fez uma inscrição num conjunto habitacional, e ganhou uma casa. Viemos. Eu não queria vir, não tinha amigas. Veio todo mundo e eu fui à última a vir pra cá. E aqui era muito estranho, diferente, não tinha as portas abertas, não tinha saneamento, nada.

Eu já comecei a trabalhar no fim deste mesmo ano, trabalhando em supermercado, o que foi muito bom porque só meu pai trabalhava e aquilo me providenciou o meu dinheiro. Daí pra cá não parei mais de trabalhar porque meus pais não tinham condições de me dar tudo o que eu queria. Eu trabalhei muito tempo em comércio, em várias lojas de departamento.

Aí casei aos 21 anos, tive dois filhos lindos. Aí separei, 11 anos depois. Voltei pra casa da minha mãe e fiquei com os meus filhos. Mas quando eu ainda estava casada eu entrei nos Correios. Eu tinha entrado mas demorei pra ser chamada porque teve aquele problema político porque o Collor cancelou os concursos públicos. Dois anos depois eu entrei.

Eu sabia que os Correios era uma empresa boa, mas só sabia dos carteiros, mas nada. Eu tinha saído de uma empresa privada em que trabalhava com vendas, estava parada e fiz o concurso. Já que eu estava parada, fui estudar, porque queria entrar. Fiz uns dois meses de cursinho, fiz a prova e passei.

Quando eu fui convocada a minha filha tinha pouco mais de um mês, mas eu tive que vir porque eu tinha que trabalhar, estava precisando. Eu ainda fazia só meio período de curso inicial, que eu fazia de noite. Mas um mês depois comecei a trabalhar o dia inteiro e deixei a filha com a avó.

Comecei como atendente de agência, a parte operacional, mas sempre pensando em melhorar. Depois fiz um processo interno e fui pra área administrativa. E virei então Técnica Administrativa. E foi quando eu fui fazer faculdade, porque os Correios pagavam uma bolsa, e eu precisava crescer lá dentro.

Anos depois fiz outro concurso e passei pra Administrador. Hoje, sou Analista de Correios na parte administrativa, eu trabalho no trabalho no departamento de comunicação estratégica, trabalho com gerência de patrocínio. Faço os contratos de patrocínio. É importante pra visibilidade dos Correios, da marca, e é importante pra incentivar esportes e cultura. E tem a parte social também. Eu gosto de trabalha nessa área, porque depois que eu comecei a trabalhar nessa área eu comecei a ver a cultura por outro lado.

Hoje eu me interesso por exposições, por peças teatrais, etc. Quando a gente contrata a gente tem que ver toda a história, o que aquilo quer dizer, então isso é um crescimento. Por isso que eu digo que não tem como diferenciar a minha história da história dos Correios, porque faz 19 anos que estou lá dentro.

Aproveite e confira nosso outro post sobre o que conhecer em Brasília. Acesse: https://www.transportal.com.br/noticias/rodoviaria-brasilia/o-que-conhecer-em-brasilia

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