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48 horas em Curitiba

Quem nos conta a história de hoje é a Marcelle Ribeiro, jornalista e viajante

“Hoje eu vou relembrar a minha viagem para Curitiba, no Paraná, com Guilherme. Fomos de impulso, depois de ver que as passagens aéreas estavam em promoção. Olhamos os preços e escolhemos: huumm, as passagens estão baratas, para onde queremos ir passar o fim de semana? E fomos!

Chegamos lá na noite de uma sexta-feira. Já era tarde e como eu estava com uma mega enxaqueca fomos direto para o hotel, onde permanecemos até a noite de domingo.

Durante os dias por lá, andamos de ônibus de linha e de ônibus turístico (vou falar já dele). Curitiba é famosa pelo sistema de transporte organizado, com pontos de ônibus que mais parecem tubos de vidro, e com ônibus que teoricamente passam com frequência. Pois pode ser que essa fama seja verdadeira em dia de semana, mas pelo menos no fim de semana em que estivemos lá, não foi isso que vimos. Os ônibus demoraram muito para passar, apesar de serem limpos e novos.

A prefeitura de Curitiba opera a linha de ônibus chamada Turismo, que passa em todos os pontos turísticos que você não vai querer deixar de ver se estiver na cidade. Os ônibus passam de 30 em 30 minutos e percorrem cerca de 44 km em cerca de 2 horas e meia. Você pode pegar o ônibus no ponto inicial (que é a Praça Tiradentes) ou em qualquer um dos pontos em que essa linha para. Segundo o site da prefeitura: “Para embarcar você compra uma cartela com 5 tíquetes (e gasta, no total, R$ 20) e tem direito a um embarque e 4 reembarques”. Para nós, valeu a pena e usamos esse ônibus nos dois dias.

Nossa primeira parada foi o Jardim Botânico, um passeio obrigatório de Curitiba, que amamos. Ao longo dos dias, sempre usando a linha Turismo, vimos também outros clássicos de Curitiba, como a Ópera do Arame, que é um teatro lindo, todo de ferro.  Descíamos do ônibus, tirávamos fotos, nos hidratávamos muito e pegávamos outro bus!.

Outro programa que vale muito a pena é o Museu Oscar Niemeyer (Rua Marechal Hermes, 999, Centro Cívico). O prédio que fica em frente ao museu é lindo, parece um olho. Lá dentro, vimos uns vídeos legais sobre o arquiteto, ficamos umas 2h lá. Curitiba não tem praia, mas tem parques lindíssimos. Fomos em dois e amei os dois. O primeiro que fomos foi o Parque Tanguá (R. Dr. Bemben, Pilarzinho). Ele tem cachoeira, lago e um jardim de flores lindo. Para conhecer, você vai ter que andar um pouco, porque ele não é plano.Outro parque que amei, mais pelo astral da galera que frequenta, foi o parque Barigui (Avenida General Mário Tourinho). É onde os curitibanos vão para andar de bicicleta, bater papo com os amigos e até ouvir música. Quando estivemos lá, estava rolando um show de música clássica e ficamos lá sentados na grama, apreciando. Ainda pensamos em ver a a cidade do alto da Torre Panorâmica, antes de irmos embora, mas a chuva não deixou  :(.

Sobre comida em Curitiba, tenho duas observações a fazer. No sábado, almoçamos numa região de Curitiba cheia de restaurantes italianos, chamada Santa Felicidade. São restaurantes gigantescos (tem uns onde cabem umas mil pessoas), com rodízio de comida italiana. Eu confesso que fugi dos maiores restaurantes, por querer evitar o barulho, mas, mesmo assim, não curti muito o rodízio de comida italiana não. Come-se muito, mas a comida é pesada (polenta…) e não tão saborosa.

A outra observação, na verdade, não é sobre comida, mas sobre a noite. Quer ir a um bar em Curitiba à noite e não sabe qual? Pegue um táxi e mande o motorista te deixar numa das movimentadas ruas do bairro Batel, onde tem um monte de bar legal e boate para você escolher.”

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